A IndyCar definiu o caminho para a próxima geração de motores que estreia em 2028. A categoria pretende adotar um V6 biturbo de 2,4 litros associado a um sistema híbrido mais robusto, capaz de entregar quase o dobro da potência do conjunto atual.
Processo de escolha
Segundo Mark Sibla, vice-presidente sênior de competição e operações da IndyCar, a decisão foi resultado de “diálogo constante” com as atuais fornecedoras, Honda e Chevrolet, além de conversas com outras montadoras. O executivo explicou que, diferentemente do passado, a série primeiro ouviu as necessidades de marketing e tecnologia das empresas para então formatar o regulamento.
Objetivos centrais
Sibla destacou dois objetivos principais: atender às demandas promocionais dos parceiros e garantir que Honda e Chevrolet permaneçam no campeonato após o fim dos contratos, previsto para 2026. Até o momento, nenhuma das marcas confirmou oficialmente a continuidade, mas a IndyCar avalia que houve progresso nas negociações.
Portas abertas a novos fabricantes
Além de Honda e Chevrolet, outras montadoras, não identificadas, deram retorno positivo sobre o direcionamento técnico. A categoria deseja manter os atuais fornecedores e, se possível, acrescentar um ou dois novos participantes ao grid.
Pontos discutidos
Entre os temas levantados nas reuniões estão custo, paridade de desempenho, relevância do sistema híbrido e uso de combustível 100 % renovável — item que, segundo Sibla, surpreendeu positivamente empresas que ainda não acompanham de perto a categoria.
Com a plataforma técnica definida, a IndyCar trabalha agora para firmar os acordos de fornecimento que darão sustentação ao pacote chassis-motor previsto para 2028.
Com informações de RACER



