O assento de Franco Colapinto na Alpine voltou a ser alvo de especulações. Nos bastidores, circula a informação de que Yuki Tsunoda estaria cotado para assumir a vaga do argentino a partir de 2027.
Forte apoio fora das pistas
Apesar das dúvidas internas, Colapinto segue sustentado por expressivo respaldo comercial e político. No último fim de semana, o piloto participou de um evento em Buenos Aires que atraiu cerca de 600 mil pessoas. Ele pilotou um modelo histórico da Alpine e uma réplica do Mercedes-Benz W196, carro que marcou a carreira de Juan Manuel Fangio, reforçando a campanha pela volta da Argentina ao calendário da Fórmula 1.
Clima interno na equipe
Dentro da Alpine, porém, o ambiente é considerado cada vez mais rigoroso. A recente saída de Jack Doohan evidenciou a postura dura da equipe, agora novamente influenciada por Flavio Briatore. O ex-piloto Nelsinho Piquet, que já foi administrado por Briatore, alertou para a necessidade de cautela.
“Meu maior erro foi ter Flavio como empresário e mentor. Ele cuidava de vários pilotos e eu era apenas um número”, declarou Piquet ao site Soy Motor. O brasileiro afirmou que Colapinto precisa de representantes dispostos a priorizar seus interesses, caso contrário poderá perder espaço na hierarquia da equipe.
Briatore, que inicialmente apoiou Colapinto, retomou funções de consultor na Alpine, o que alimenta a incerteza sobre a permanência do argentino. Segundo Piquet, pilotos ligados a estruturas com muitos representados correm o risco de deixar de ser prioridade.
A Alpine não comentou oficialmente os rumores que apontam Tsunoda como possível substituto de Colapinto.
Com informações de Autoracing



