Lance Stroll avaliou o desempenho do projeto AMR26, carro que a Aston Martin prepara para a temporada 2026 da Fórmula 1, e chamou a atenção para um aspecto pouco discutido internamente: a deficiência em curvas de alta velocidade.
O piloto canadense explicou que, além das vibrações e de questões relacionadas à bateria que apareceram no início do campeonato, o monoposto apresenta limitações específicas que precisam ser corrigidas nos próximos meses.
Início difícil em 2024
Instalada em Silverstone, a equipe enfrenta um começo de ano complicado. Até o momento, a Aston Martin completou apenas o Grande Prêmio do Japão, e somente com Fernando Alonso recebendo a bandeirada. Stroll abandonou nas demais provas e reconheceu que o ambiente interno reflete a frustração pelo rendimento aquém do esperado.
“Nenhum de nós está satisfeito com a situação atual. Não era o começo de temporada que imaginávamos, mas estamos nos empenhando ao máximo para mudar esse quadro”, afirmou.
Pontos a evoluir
Questionado sobre quais áreas exigem atenção imediata, Stroll foi direto: “Sabemos que temos problemas com o motor. Há partes do carro que precisam de aprimoramento. Acredito que as curvas de alta velocidade continuam sendo uma fraqueza para nós.”
Segundo o canadense, engenheiros e mecânicos trabalham em várias frentes para reduzir as deficiências e entregar um pacote mais competitivo “o mais rápido possível”.
Apesar dos obstáculos, Stroll reforçou que o objetivo do time é evoluir gradualmente, minimizando falhas mecânicas e elevando a performance nos circuitos restantes deste ano, enquanto já direciona esforços ao desenvolvimento do AMR26.
Com informações de F1Mania



