A Aston Martin desembarca no Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1 ainda sob o impacto de fortes vibrações em sua unidade de potência. Segundo a Honda, parceira responsável pelo motor, foram registradas melhorias desde a última corrida, mas sem perspectiva de ganhos imediatos de desempenho.
O problema das vibrações, apontado como risco inclusive à integridade física dos pilotos, permanece como principal desafio. Após o GP do Japão, a Honda intensificou os testes em Sakura, no Japão, mantendo um carro dedicado a análises detalhadas. O trabalho, conduzido em conjunto com a Aston Martin também no Reino Unido, teve como metas reduzir as oscilações e aumentar a durabilidade do conjunto.
Shintaro Orihara, chefe de engenharia de pista da Honda, explicou o processo: “Foi um intervalo longo e intenso entre as corridas, com muita colaboração com a Aston Martin. Fizemos progressos, o que nos permite aplicar novas soluções em Miami e ao longo da temporada”.
Mesmo com os avanços, Orihara fez questão de conter as expectativas: “Realisticamente, esse progresso não terá impacto visível no desempenho na pista, então não devemos esperar grandes saltos imediatos”. A prioridade segue na confiabilidade, com ganhos de performance previstos apenas de forma gradual.
Com informações de F1Mania.net



