A McLaren desembarca em Miami para a próxima etapa da Fórmula 1 mais otimista quanto ao desempenho de seu carro. Segundo a equipe, um avanço significativo no entendimento da unidade de potência fornecida pela Mercedes pode representar um ponto de virada na temporada.
O chefe de equipe, Andrea Stella, credita a evolução ao trabalho conjunto com a High Performance Powertrains (HPP), divisão de motores da Mercedes, aliado ao desenvolvimento de novas ferramentas de simulação. “Trabalhando com a HPP-Mercedes e no aprimoramento das nossas simulações, demos um passo grande em comparação com a etapa da Austrália”, afirmou.
Após um início de campeonato irregular, a McLaren começou a enxergar sinais de recuperação em Suzuka, onde o carro exibiu ritmo competitivo. O progresso é considerado crucial na tentativa de reduzir a diferença para a própria Mercedes na classificação.
No início de 2026, a equipe enfrentou dificuldades para se adaptar às novas unidades de potência híbridas, que dividem igualmente a geração de energia elétrica e a combustão. O desafio ficou evidente no GP da China, quando Lando Norris e Oscar Piastri sequer largaram por problemas distintos.
A resposta veio no Japão, onde ambos voltaram a brigar por posições entre os ponteiros. De acordo com Stella, essa evolução reforça a confiança para o fim de semana em Miami, mesmo com alterações previstas no regulamento específico da corrida. “Agora, acho que preenchemos essa lacuna e temos todas as ferramentas necessárias para extrair o máximo da unidade de potência”, concluiu o dirigente.
Com o novo entendimento do motor Mercedes, a McLaren espera transformar o ganho técnico em resultados concretos a partir desta etapa norte-americana.
Com informações de F1Mania.net



