A Fórmula 1 iniciou a temporada 2026 com resultados financeiros expressivos. Segundo a Liberty Media, proprietária da categoria, a receita entre janeiro e março alcançou US$ 617 milhões, avanço de 53% em relação aos US$ 403 milhões registrados no mesmo período de 2025.
O balanço também aponta reversão no desempenho operacional. Depois de acumular prejuízo de US$ 28 milhões no primeiro trimestre do ano passado, a F1 obteve lucro operacional de US$ 107 milhões em 2026.
Calendário impulsiona resultado
Parte do crescimento foi atribuída à inclusão do Grande Prêmio do Japão na contagem do trimestre. Em 2025, somente as etapas da Austrália e da China ocorreram antes do fim de março. A ausência dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita nesta janela alterou a divisão percentual de receitas ao longo do campeonato.
Receitas diversificadas
A Liberty Media informou que as receitas principais aumentaram graças a uma corrida adicional, maior reconhecimento de valores sazonais e elevação das taxas contratuais. Direitos de mídia e patrocínios também subiram, impulsionados pelo novo calendário e pela redistribuição prevista para a temporada.
Áreas como hospitalidade, logística e viagens colaboraram para o resultado. Houve incremento nas vendas do Paddock Club e em experiências premium direcionadas aos fãs.
Declaração de Domenicali
Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, avaliou o momento como positivo. “Tivemos um início de temporada emocionante, dentro e fora das pistas, com mais ultrapassagens e um ano extremamente competitivo”, afirmou. O dirigente ressaltou ainda o fortalecimento das parcerias comerciais e disse manter o foco em ampliar a conexão com o público global, em conjunto com FIA e equipes.
Com os números apresentados, a categoria reforça o cenário de expansão financeira observado nas últimas temporadas.
Com informações de F1Mania.net



