Montreal (CAN), 10 jun 2024 – O incidente entre Alex Albon e uma marmota durante o TL1 do Grande Prêmio do Canadá reacendeu o debate sobre a presença de animais silvestres no Circuito Gilles Villeneuve. A organização de defesa dos animais PETA divulgou comunicado exigindo ações para evitar novos acidentes do tipo.
A marmota foi atingida na saída da curva 6 na sexta-feira, quando o piloto da Williams tentou desviar do animal. Mesmo com a manobra, o FW48 perdeu estabilidade e bateu forte na barreira de proteção. Os danos levaram à troca completa da unidade de potência e do câmbio, tirando Albon da classificação Sprint realizada horas depois.
PETA elogia reação do piloto
Fundadora da PETA, Ingrid Newkirk elogiou a tentativa do tailandês de evitar o choque e afirmou que a atitude demonstrou “coragem e compaixão”. Segundo ela, o piloto “merece um lugar simbólico no pódio” da entidade pela rápida decisão de valorizar a vida do animal.
No mesmo comunicado, Newkirk cobrou do promotor da prova e da Fórmula 1 a instalação de barreiras e outros mecanismos de proteção. “Outras espécies não entendem autódromos ou carros em alta velocidade; elas simplesmente vivem suas vidas”, destacou.
Histórico de encontros com fauna local
Construído em uma ilha no Rio São Lourenço, o circuito canadense registra episódios semelhantes há anos. Em 2007, Anthony Davidson colidiu com uma marmota durante a corrida, enquanto Sebastian Vettel precisou reduzir para evitar outro animal em 2018.
Com o pedido da PETA, cresce a pressão para que medidas sejam adotadas antes da próxima edição do GP, buscando garantir segurança tanto para pilotos quanto para a fauna que habita a região.
Com informações de F1Mania.net



