George Russell confirmou que não contestará mais a penalidade sofrida no Grande Prêmio de Mônaco após a Mercedes retirar o pedido de revisão do lance. A decisão foi anunciada pela equipe na sexta-feira, 19 de junho de 2026.
O britânico havia recebido cinco segundos de acréscimo por excesso de velocidade no pit lane, mesma sanção imposta a Pierre Gasly. Em seguida, os comissários aplicaram um drive-through porque, segundo eles, Russell não cumpriu corretamente a primeira punição. A prova foi interrompida por bandeira vermelha, anulando qualquer possibilidade de recuperação de posições e tirando o piloto da zona de pontos.
Equipe recua após conversas com FIA e Fórmula 1
A Mercedes explicou que protocolou o Direito de Revisão durante o fim de semana seguinte, em Barcelona, apenas para garantir a opção dentro do prazo previsto pela FIA. Após reuniões com a federação e com a organização da Fórmula 1, concluiu que não havia elementos novos suficientes para alterar a decisão dos comissários.
“Nossa discussão colaborativa mostrou a determinação em revisar as circunstâncias únicas do GP de Mônaco. Diante disso, entendemos que prosseguir não traria benefícios nem para a equipe nem para o esporte”, informou a equipe de Brackley em comunicado.
Com a desistência, McLaren e Red Bull permanecem como as únicas equipes ainda envolvidas em questionamentos relacionados às consequências da corrida.
Foco nas próximas etapas
Russell declarou nas redes sociais que analisou todas as possibilidades com o time e reconheceu a falta de base sólida para o recurso. “Isso ficou para trás agora e estou ansioso para maximizar os próximos fins de semana de rodada dupla”, escreveu o piloto.
Encerrada a disputa jurídica, a Mercedes concentra seus esforços em manter o desempenho competitivo nas próximas provas do calendário de 2026.
Com informações de Autoracing



