Isack Hadjar comentou como tem sido dividir a garagem da Red Bull com Max Verstappen, quatro vezes campeão mundial de Fórmula 1, desde sua promoção à equipe em 2026.
O francês, de 22 anos, assegurou a vaga em Milton Keynes após uma temporada de estreia consistente. Até agora, superou o holandês em duas sessões classificatórias e ficou a menos de 0,12 s em outras quatro, desempenho superior ao registrado por Liam Lawson e Yuki Tsunoda em 2025.
Troca de informações sem segredos
Em entrevista ao Motorsport.com, Hadjar explicou que Verstappen responde a todas as perguntas que ele faz e não esconde dados técnicos importantes.
“Ele não me pede conselhos, mas, quando questiono algo, responde de forma aberta e gentil. Não esconde nada, porque sabe que é forte”, afirmou.
Nível de exigência máximo
Hadjar reconheceu que manter o ritmo do companheiro exige atenção total em cada volta. “Sempre que ele entra na pista, entrega o nível mais alto que já vi. Preciso extrair tudo de mim para igualar ou pelo menos me aproximar”, declarou.
Erros como parte do aprendizado
O novato abandonou o GP de Miami após um acidente e tocou o muro em um treino livre em Mônaco, mas considera os deslizes naturais em seu segundo ano na categoria. “Preciso cometer esses erros agora. Quando tiver um carro para lutar pelo título, não quero repeti-los”, explicou.
Focado em sua evolução, Hadjar diz que a presença de Verstappen é uma referência constante. “Posso me comparar ao melhor piloto do grid, e é nisso que concentro toda a minha atenção”, concluiu.
Com informações de Autoracing



