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Ferrari culpa falta de ritmo e superaquecimento pelo resultado no GP da Áustria

Em 28 de junho de 2026, a Ferrari deixou o Red Bull Ring longe das expectativas criadas após a vitória na Espanha. O chefe da escuderia, Frederic Vasseur, afirmou que a estratégia de três paradas não foi a causa do desempenho abaixo do esperado no Grande Prêmio da Áustria, mas sim a falta de ritmo em relação à Mercedes e a Max Verstappen.

No sábado, Charles Leclerc garantiu a segunda posição no grid, com Lewis Hamilton largando em terceiro. Contudo, no domingo, o cenário mudou: Hamilton cruzou a linha de chegada em quinto, 26 segundos atrás do vencedor George Russell, enquanto Leclerc terminou apenas em oitavo.

A Ferrari foi a única entre as quatro equipes de ponta a escolher três paradas nos boxes. Mesmo assim, Vasseur descartou que a tática tenha sido determinante para o resultado negativo.

“Tudo se resume ao ritmo”, diz Vasseur

O dirigente explicou que o carro não conseguiu acompanhar o ritmo imposto por Mercedes e Verstappen. “Tentamos compensar assumindo riscos na estratégia, mas não tínhamos velocidade suficiente”, declarou. Ele acrescentou que o fraco desempenho apresentado na sexta-feira contribuiu para as dificuldades de domingo.

Superaquecimento nas voltas iniciais

Segundo Vasseur, a equipe forçou demais nas primeiras voltas para permanecer próxima dos líderes, o que provocou superaquecimento e prejuízo ao rendimento ao longo da prova. “Provavelmente forçamos demais nas voltas iniciais e acabamos destruindo um pouco de tudo”, resumiu.

Para conter as altas temperaturas, o engenheiro da Ferrari chegou a orientar ajustes de modo de motor durante a prova, mas a medida não foi suficiente para reverter a perda de performance.

Com informações de Autoracing

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