Paul di Resta afirmou que, apesar de ter competido em diversas categorias ao longo dos anos, nada supera a importância de sua experiência na Fórmula 1. Em entrevista exclusiva ao F1Mania.net, o escocês, que atualmente integra o programa da Peugeot no Mundial de Endurance (WEC), reforçou que o período entre 2011 e 2013, quando correu pela Force India, além da participação emergencial pela Williams em 2017, segue sendo o capítulo mais marcante de sua carreira.
“A Fórmula 1 sempre foi um sonho para mim desde os três ou quatro anos de idade. Então, é claro que vou dizer que foi a categoria mais importante”, comentou o piloto.
Aprendizados em culturas distintas
Di Resta lembrou que o contato com equipes de diferentes nacionalidades ampliou sua visão dentro do esporte. Na F1, teve maior convivência com a cultura britânica; no DTM, atuou junto à Mercedes, imersa no ambiente alemão; e, no endurance, passou a lidar com métodos de trabalho franceses. “Você percebe como cada grupo trabalha, como encara o automobilismo e como se relaciona com as pessoas”, declarou. O piloto também ressaltou as amizades construídas nesse percurso.
Transição forçada e nova vitrine no endurance
O escocês reconheceu que nem todas as mudanças de categoria ocorreram por iniciativa própria. O fim de alguns campeonatos, como o DTM, abriu caminho para o WEC, que, segundo o piloto, tornou-se atraente para as montadoras tanto do ponto de vista esportivo quanto de marketing. “Isso nos levou até onde estamos hoje”, concluiu.
Com informações de F1Mania.net



