Charles Leclerc saiu da classificação para o Grande Prêmio da Bélgica, neste sábado (data não divulgada), convicto de que poderia ter largado mais à frente. O piloto da Ferrari terminou em quinto lugar, 0s5 atrás do pole position Kimi Antonelli, e apontou uma bandeira amarela exibida próximo à entrada dos boxes como fator decisivo para não avançar uma posição no Q3 de Spa-Francorchamps.
“Na minha opinião, a sinalização estava muito no meio da pista e me fez reduzir a velocidade”, declarou o monegasco à Sky F1. “Provavelmente isso me custou um lugar. Não seria meio segundo mais rápido, mas acredito que ganharia uma colocação.”
Perda de velocidade nas retas
Segundo Leclerc, o fim de semana já havia começado com um problema incomum: a Ferrari perdia cerca de quatro décimos por volta nas seções de alta velocidade. A equipe identificou a causa antes da classificação e fez ajustes que melhoraram o desempenho, mas ainda assim o déficit permaneceu.
“Foi um fim de semana complicado por razões diferentes das habituais. Depois da mudança no carro, ficamos mais próximos do que esperávamos”, explicou. Mesmo assim, ele manteve o posto de piloto mais veloz da Ferrari, fechando o quali à frente do companheiro Lewis Hamilton.
Comparação com a Mercedes
Leclerc reconheceu que a diferença para a Mercedes se deveu principalmente à potência do motor. “Eles estão em situação melhor nesse aspecto. Somos competitivos em pistas limitadas pela aderência, mas sofremos quando é a potência que manda. Hoje eles também foram muito rápidos nas curvas”, avaliou.
Focado na corrida deste domingo, o monegasco afirmou que a equipe precisará “maximizar o que tem” para buscar um resultado expressivo em Spa.
Com informações de F1Mania.net



