A Red Bull Racing recusou uma oferta de aproximadamente US$ 3 bilhões para vender a Racing Bulls, sua equipe satélite na Fórmula 1, informou o jornal britânico The Times.
De acordo com a publicação, a proposta contou com recursos de fundos sediados em Abu Dhabi e foi conduzida por Dean Attew — ex-investigador de Bernie Ecclestone — em parceria com o financista Andrew Harriott. A movimentação reforça o interesse de investidores internacionais em estruturas já consolidadas no campeonato.
Histórico das negociações
Attew já havia tentado adquirir o controle do Formula One Group em conjunto com o fundo CVC Capital, mas a Liberty Media concluiu a compra em 2016. Desta vez, o alvo foi a equipe que atua como plataforma de desenvolvimento de jovens pilotos antes de uma possível promoção ao time principal da Red Bull.
Modelo único no grid
O grupo austríaco é o único na F1 que opera duas escuderias. A Racing Bulls, antes conhecida como Toro Rosso e AlphaTauri, serviu de trampolim para nomes como Max Verstappen e, mais recentemente, Isack Hadjar.
Questionamentos sobre competitividade
O formato de dupla estrutura voltou ao centro do debate após o CEO da McLaren, Zak Brown, enviar carta ao presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, alertando para possíveis impactos na competitividade. Brown defendeu que, exceto pelas unidades de potência, as equipes atuem de maneira totalmente independente em aspectos técnicos, financeiros e de governança.
No documento, o dirigente ressaltou que os 22 pilotos do grid devem competir em condições de igualdade e pediu atenção das autoridades da categoria para preservar a integridade esportiva.
Com informações de F1Mania.net



