Andrea Stella, chefe da McLaren, revelou que a equipe está otimista quanto às chances de voltar a lutar por vitórias na Fórmula 1 em 2026. Durante uma análise, ele destacou três circuitos que podem favorecer o desempenho do carro: Malásia, Austin e Brasil.
No último fim de semana, em Monza, a McLaren não conseguiu competir de igual para igual, enquanto a Mercedes dominou a corrida, com Kimi Antonelli e George Russell conquistando uma dobradinha. Lando Norris terminou em quarto lugar, superando seu companheiro de equipe, Oscar Piastri, na última volta, mas a equipe teve um desempenho abaixo do esperado após vencer as duas corridas anteriores.
Apesar do resultado em Monza, Stella mantém a esperança. Ele afirmou que, em um cenário ideal, a McLaren poderia lutar por vitórias nas últimas corridas da temporada. “Um final de ano bom seria aquele em que, nas nove ou 10 corridas finais, conseguíssemos competir consistentemente por vitórias”, comentou.
Stella acredita que as características das pistas da Malásia, Austin e Brasil se adaptam melhor ao potencial do carro da McLaren. “Esses circuitos têm curvas longas que podem ajudar nosso desempenho”, disse ele.
A equipe também planeja levar atualizações para a corrida em Baku, mas Stella adverte que circuitos como Baku e Madri podem apresentar desafios, já que exigem maior precisão nas trajetórias e têm curvas mais curtas, o que pode não favorecer o carro da McLaren.
Mesmo assim, ele espera um desempenho melhor na corrida em Madri em comparação a Monza. “Em Zandvoort e na Hungria, estávamos em posição de vencer. Monza é uma corrida especial, mas o arrasto terá menos importância em Madri, onde o número de curvas será maior”, completou.
Para a McLaren, o foco deve ser em cada corrida, sem deixar que a classificação influencie suas metas. Stella enfatiza a necessidade de uma abordagem realista e de concentrar esforços em uma corrida de cada vez, enquanto a equipe acredita que ainda terá oportunidades de brigar por vitórias nas próximas etapas do campeonato.
Fonte: Autoracing Fórmula 1.



