A Red Bull esclareceu a razão pela qual não solicitou a troca de posições entre Max Verstappen e Isack Hadjar durante o GP do Azerbaijão. Apesar das dificuldades do tetracampeão com os pneus médios, a equipe optou por manter os pilotos em suas respectivas posições.
Verstappen, que iniciou a corrida em oitavo lugar, conseguiu ganhar cinco posições até a sexta volta, superando pilotos como Pierre Gasly, Lewis Hamilton e Charles Leclerc. Hadjar, utilizando pneus macios, começou a pressionar Verstappen, que enfrentava problemas com os pneus médios, e chegou a questionar a equipe sobre a situação do holandês.
Laurent Mekies, da Red Bull, mencionou que a equipe avaliou diferentes cenários antes de decidir manter os dois carros nas posições atuais. “Analisamos todos esses cenários e decidimos que era melhor preservar a formação”, declarou Mekies à Sky Sports F1.
A equipe acreditava que a entrada do Safety Car poderia alterar o cenário da corrida, o que justificou a decisão de não deixar Hadjar atacar Piastri no momento. “Acreditamos que era a melhor chance de ultrapassar Piastri e [George] Russell. É difícil não contar com um Safety Car aqui”, acrescentou Mekies.
A estratégia se mostrou eficaz quando, após 30 voltas, um acidente de Alex Albon provocou a entrada do Safety Car, permitindo que Verstappen lutasse pela vitória. O piloto terminou a corrida em segundo lugar, apenas 0s196 atrás de Russell, enquanto Hadjar garantiu o terceiro lugar no pódio.
Mekies elogiou a performance de Verstappen durante todo o fim de semana e destacou que a equipe obteve um resultado significativo, com os dois pilotos terminando em segundo e terceiro lugares por mérito próprio, sem depender de punições.
Além disso, a Red Bull introduziu atualizações no carro para a corrida em Baku, com um trabalho intenso realizado na unidade de potência e no chassi para melhorar o desempenho do RB22. Mekies ressaltou a evolução da equipe em comparação ao início da temporada, quando enfrentavam dificuldades.
Fonte: Autoracing Fórmula 1.



