A Racing Bulls completou três dias de atividades de pré-temporada em Barcelona, analisando o desempenho do novo carro para o campeonato mundial de Fórmula 1 de 2026. Os titulares Liam Lawson e Arvid Lindblad avaliaram a sessão como positiva, apesar dos ajustes exigidos pelas mudanças no regulamento técnico.
Lawson aponta menor downforce e gestão de bateria
Liam Lawson destacou que o modelo 2026 entrega menos pressão aerodinâmica em comparação ao antecessor, deixando o monoposto “mais arisco” nas curvas. O neozelandês explicou que a potência disponível muda significativamente com a descarga total da bateria, exigindo novo estilo de pilotagem e gerenciamento de energia.
Mesmo assim, Lawson elogiou a confiabilidade do carro e afirmou ser cedo para medir a posição da equipe em relação aos rivais. O piloto ressaltou que a coleta de dados sobre a unidade de potência Red Bull Powertrains-Ford foi extensa e permitiu encerrar o teste em condição melhor que a inicial. O próximo passo será o ensaio no Bahrein, marcado para fevereiro, onde a equipe espera validar o acerto em clima diferente.
Lindblad foca em quilometragem e consistência
Arvid Lindblad, que encara sua primeira temporada na categoria principal, concentrou-se em acumular voltas e entender o comportamento do carro. Segundo o britânico, a prioridade foi reunir informações para futuras simulações e garantir consistência ao longo dos stints.
Lindblad reconheceu que tanto o chassi reformulado quanto a nova motorização trazem incertezas, mas avaliou o saldo como positivo graças ao elevado número de voltas completadas. Ele agradeceu ao time pelo suporte e demonstrou entusiasmo para o próximo teste no Oriente Médio.
Com o trabalho em Barcelona concluído, a Racing Bulls segue refinando dados e procedimentos antes de abrir a temporada com o Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne.
Com informações de F1Mania



