George Russell saiu satisfeito dos testes de pré-temporada realizados em Barcelona e destacou que o temido porpoising — os saltos causados pela perda e recuperação súbita de downforce — não aparece nos carros que estreiam em 2026.
O problema atormentou a Fórmula 1 na temporada 2022, provocando desconforto físico em diversos pilotos, entre eles Lewis Hamilton no GP do Azerbaijão. Para a nova geração de monopostos, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) alterou a forma de geração de pressão aerodinâmica no assoalho, permitindo que o carro rode mais alto em relação ao solo e retomando o conceito de rake (traseira levantada) usado pela Mercedes entre 2017 e 2021.
Após completar 265 voltas no circuito catalão, Russell relatou boa dirigibilidade imediata do W15: “O carro está agradável de conduzir, não apresenta grandes contratempos e, principalmente, não há porpoising. Isso deve poupar alguns anos de desgaste nas costas dos pilotos”, afirmou.
Apesar do feedback positivo, o britânico ponderou que ainda é cedo para medir o potencial competitivo: “Não sabemos o quanto somos rápidos. Estaremos em posição razoável, mas muita coisa deve mudar até o próximo teste no Bahrein, quando todas as equipes trarão atualizações”, completou.
O cronograma da pré-temporada segue com novas sessões no Oriente Médio antes da abertura oficial do campeonato.
Com informações de F1Mania



