15 de fevereiro de 2026, domingo – 9h30 – George Russell contestou publicamente as críticas de Max Verstappen ao novo regulamento técnico da Fórmula 1, previsto para entrar em vigor em 2026. O piloto da Mercedes afirmou que as regras refletem pressões políticas e a necessidade de atrair novos fabricantes, destacando que a categoria vive “um momento incrível”.
O que muda em 2026
A revisão das unidades de potência elimina o MGU-H, passa a usar combustíveis 100% sustentáveis e divide em 50% a entrega de potência entre motor a combustão e sistemas elétricos. O gerador elétrico terá capacidade de até 350 kW, frente aos 120 kW atuais. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) elaborou o pacote técnico para seduzir montadoras como Audi, além de confirmar Ford e Honda como parceiros técnicos ou fornecedores completos.
Críticas de Verstappen
Verstappen classificou o regulamento como “antiesportivo” e comparou a possível experiência de pilotagem a “uma Fórmula E turbinada”, alegando que a gestão de energia pode prejudicar o espetáculo.
Russell responde
Russell contrapôs o holandês ao lembrar que a União Europeia vinha pressionando a indústria por soluções elétricas quando as normas foram redigidas. “Isso foi fundamental para a entrada da Audi”, afirmou o britânico.
Para o piloto da Mercedes, nem todos os públicos enxergam a categoria da mesma forma. “Nós, fanáticos por corrida, adoramos V10 ou V8 e aquele som alto, mas há torcedores que gostam de conversar na arquibancada enquanto assistem”, observou.
Russell concluiu com ironia: “Sou privilegiado por estar aqui e só quero vencer. Quem quiser apenas o carro mais divertido de pilotar sempre pode ir para a Nordschleife”.
Com informações de Autoracing



