A Aston Martin concluiu a pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein com o menor número de voltas entre todas as equipes, prejudicada por repetidos problemas de confiabilidade que chegaram a encerrar o programa de testes antecipadamente na sexta-feira.
Apesar do contratempo, o embaixador global da escuderia, o ex-piloto Pedro de la Rosa, afirmou que o time reúne informações fundamentais para avançar. “Sabemos em quais áreas precisamos focar e melhorar, o que é muito positivo”, declarou.
De la Rosa observou que, mesmo com a quilometragem limitada, a equipe britânica coletou dados suficientes para direcionar o trabalho nos próximos dias. Testes de simulação em Sakura, onde a Aston Martin mantém uma bancada dedicada, devem auxiliar principalmente na resolução de falhas relacionadas à bateria do carro de Fernando Alonso.
O ex-piloto também destacou os recursos internos da organização. O novo campus em Silverstone, descrito como um dos mais avançados da categoria, e o suporte contínuo do centro de desenvolvimento japonês são apontados como peças-chave para reverter o início complicado. “As novas regras são desafiadoras, mas temos ótimos recursos e estamos trabalhando a todo vapor”, acrescentou.
Com a abertura do campeonato marcada para Melbourne, a equipe avalia que ainda há tempo hábil para recuperar terreno. “Temos alguns dias antes da Austrália; não estamos onde queríamos, mas isso não significa que não cumpriremos nossa missão”, concluiu De la Rosa.
Com informações de F1Mania



