O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, afirmou em 23 de fevereiro de 2026, no Bahrein, que o Istanbul Park pode voltar ao calendário da categoria. Segundo o dirigente, o interesse é real, embora ainda não exista confirmação oficial. “A Turquia não está 100 % confirmada. Temos de esperar, mas fiquem atentos”, declarou.
Calendário limita-se a 24 etapas
Domenicali reiterou que a F1 manterá o teto de 24 corridas por temporada. Apesar disso, contratos atuais expiram até 2029, abrindo espaço para ajustes. Além da Turquia, há conversas com Ruanda, Tailândia e Coreia do Sul. Portugal já tem vaga assegurada para 2027 em circuito permanente, enquanto Madri constrói um traçado semipermanente com meta de estreia ainda em 2026.
O executivo também rebateu críticas ao excesso de provas urbanas, defendendo que as próximas adições priorizarão autódromos fixos: “Os novos que estão chegando são circuitos, não corridas de rua”.
Fins de semana podem ganhar mais sprints
Paralelamente ao debate sobre o calendário, a F1 avalia dobrar o número de corridas sprint de seis para 12 já em 2027. A direção pretende tornar cada dia de pista mais relevante esportivamente, revendo também o formato dos treinos livres.
Entre as propostas estão dois treinos consecutivos de uma hora com elemento competitivo e uma sessão exclusiva para estreantes, medida que busca oferecer quilometragem real a novatos em fins de semana com sprint.
Pré-temporada volta a ter um único teste
Domenicali confirmou ainda que, em 2027, a categoria retornará ao modelo de um único teste coletivo de pré-temporada. A exceção de 2026 ocorreu por causa da adaptação ao novo regulamento técnico.
Por fim, o dirigente informou que a organização analisa repetir o evento global de lançamento realizado em 2025, que reuniu todas as equipes e gerou considerável exposição midiática.
Com informações de Autoracing



