Christian Horner quebrou o silêncio sobre a demissão do cargo de CEO e chefe de equipe da Red Bull Racing em entrevista exibida na oitava temporada da série Drive to Survive, da Netflix, prevista para estrear em 27 de fevereiro de 2026.
Quase 20 anos à frente da equipe
Responsável pelo time desde a estreia na Fórmula 1, em 2005, o britânico liderou a organização a múltiplos títulos. A trajetória, porém, foi interrompida em julho de 2025, quando a empresa optou por substituí-lo por Laurent Mekies, então chefe da Racing Bulls.
Decisão interna, diz Horner
Segundo o ex-dirigente, a mudança foi conduzida por Oliver Mintzlaff, com aconselhamento de Helmut Marko. Ele relatou ter sido informado de forma repentina: “Senti perda e dor genuínas. Não houve tempo para me despedir”.
Desempenho abaixo do esperado
Horner admitiu que a temporada 2025 não correspondeu ao histórico da equipe, mas assegurou ter dedicado “o máximo” ao projeto. Mesmo assim, negou qualquer participação de Max ou Jos Verstappen na decisão.
“O pai de Max nunca foi meu maior fã, mas não acredito que os Verstappen tenham tido responsabilidade”, afirmou. Para ele, fatores corporativos após a morte do fundador Dietrich Mateschitz alteraram o equilíbrio de poder: “Provavelmente consideraram que eu tinha controle demais”.
Próximos passos indefinidos
Rumores sobre um possível retorno ao paddock circulam desde então, porém nenhuma negociação foi confirmada. Horner segue sem função na Fórmula 1 e seu futuro permanece em aberto.
Com informações de Autoracing



