George Russell levantou a hipótese de que Max Verstappen e seu pai, Jos, teriam atuado nos bastidores da Red Bull para provocar a demissão de Christian Horner. A declaração do piloto da Mercedes aparece em uma cena da nova temporada da série Drive to Survive, que estreia na Netflix nesta sexta-feira, 27.
Horner deixou o cargo de chefe de equipe logo após o Grande Prêmio da Inglaterra do ano passado, encerrando uma trajetória de aproximadamente 20 anos à frente da escuderia austríaca. Durante esse período, a Red Bull conquistou diversos títulos de Construtores e de Pilotos, primeiro com Sebastian Vettel e, mais recentemente, com Max Verstappen.
Segundo Russell, pai e filho exercem forte influência dentro da equipe. “Os Verstappens [Jos e Max] claramente têm muito poder naquela equipe [Red Bull]. Eles gostam bastante de manipular situações. Por algum motivo, eles não gostam do Horner e estão tentando se livrar dele”, afirmou o britânico.
Na última temporada, a Red Bull enfrentou dificuldades que a afastaram precocemente da disputa pelo Campeonato de Construtores. Mesmo assim, Verstappen reagiu na segunda metade do calendário e terminou o Mundial de Pilotos a apenas dois pontos do campeão Lando Norris.
Russell ainda sugeriu que boatos sobre uma possível transferência de Verstappen para a Mercedes poderiam ter sido usados como pressão interna. “Eu me pergunto se tudo isso [o rumor da ida de Verstappen para a Mercedes] não passa de uma jogada para pressionar a Red Bull, fazendo-a acreditar que ele só continuará lá se o Christian sair”, completou.
As falas do piloto da Mercedes foram registradas antes da oficialização da saída de Horner e vêm à tona justamente quando a série documental apresenta os bastidores da temporada passada aos espectadores.
Com informações de F1Mania.net



