A Aston Martin ocupa a última posição no Mundial de Construtores de 2026, ainda sem pontos após três etapas, e atribui o mau início de campeonato a problemas recorrentes na unidade de potência fornecida pela Honda.
Desde a primeira corrida, a combinação motor, câmbio e MGU-K gera vibrações muito acima do previsto. O efeito tem provocado quebras frequentes na bateria e até relatos de possível risco de danos nervosos permanentes nas mãos dos pilotos Fernando Alonso e Lance Stroll.
No Grande Prêmio da Austrália, duas das quatro baterias levadas pela Honda falharam ainda na primeira hora de treinos livres. A fabricante admite que a arquitetura rígida do conjunto não protege adequadamente o componente contra as oscilações.
Trabalho conjunto no Japão
Shintaro Orihara, gerente geral de pista e engenheiro-chefe da Honda, afirmou em vídeo divulgado nas redes sociais que engenheiros das duas empresas permanecem em atividade contínua no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Racing Corporation (HRC), em Sakura, a cerca de três horas de Tóquio.
“Os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita foram adiados, mas isso não significa que o trabalho parou”, destacou Orihara. “Estamos trabalhando sem parar para aprimorar nossas contramedidas, e continuaremos enquanto nos aproximamos da próxima corrida da F1 em Miami.”
A montadora reconhece que não há solução definitiva prevista antes da etapa norte-americana, mas garante empenho total para reduzir as vibrações e evitar novas quebras de bateria.
Com informações de F1Mania.net



