O Autódromo de Buenos Aires Oscar y Juan Gálvez deu início a uma ampla modernização com o objetivo de voltar a figurar nos calendários da Fórmula 1 e da MotoGP. A obra principal, iniciada neste mês, é a demolição do prédio de boxes construído em 1994.
Entre 1953 e 1998, o traçado argentino recebeu 20 edições do Grande Prêmio da Argentina de Fórmula 1 e, ao longo de sua história, sediou nove provas da MotoGP. Nos últimos anos, porém, a falta de investimentos rebaixou o circuito à licença Grau 4 da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), impedindo a realização de eventos de elite.
O plano atual prevê a obtenção da licença Grau 2 — requisito para a MotoGP — até 2027. Em seguida, a meta é alcançar o Grau 1, nível exigido para a Fórmula 1. Caso consiga a reclassificação, o autódromo voltaria a ser a segunda pista da América Latina apta a receber a categoria, ao lado de Interlagos, em São Paulo.
Imagens das intervenções foram divulgadas pelo jornalista argentino Dario Coronel na rede X. “Os trabalhos de demolição dos boxes começaram. Dói ver, mas é uma renovação necessária. Esperamos que o autódromo recupere seu status internacional”, escreveu.
O circuito argentino completará 74 anos em 9 de março de 2026. As reformas buscam resgatar a relevância conquistada ao longo de sete décadas e recolocar Buenos Aires na rota dos principais campeonatos mundiais de automobilismo e motociclismo.
Com informações de F1Mania.net



