Bruno Michel, CEO da Fórmula 2, demonstrou otimismo em relação ao desempenho de Colton Herta, que deixará a IndyCar para estrear na categoria de base da Fórmula 1 em 2026. O dirigente acredita que o norte-americano poderá se destacar logo no primeiro ano de competição.
Herta, de 24 anos, firmou contrato com a equipe Hitech e também assumiu o posto de piloto de testes da Cadillac F1. Pelo programa da escuderia, ele participará de quatro sessões de Treino Livre 1 ao longo da atual temporada da Fórmula 1, começando no GP da Espanha, em Barcelona.
Mesmo em fase de adaptação, o piloto já marcou pontos nas duas provas principais disputadas até aqui na Fórmula 2: foi sétimo em Melbourne e oitavo em Miami, etapa realizada em território norte-americano.
Michel ressaltou que a chegada de Herta, ao lado de Sebastian Montoya, despertou o interesse dos organizadores dos GPs de Miami e Montreal em receber a Fórmula 2 na América do Norte. “Colton acabou de ingressar, mas já é um nome consolidado nos Estados Unidos e vencedor na IndyCar. Foi uma surpresa positiva para todos”, afirmou o executivo.
O CEO reconheceu, entretanto, que a transição da IndyCar para a Fórmula 2 apresenta desafios. Segundo ele, Herta agora lida com carros e pneus diferentes, além de enfrentar adversários mais jovens, muitos recém-chegados da Fórmula 3. “Ele corre contra pilotos de 18, 19 e 20 anos. Tenho certeza de que isso causa algum impacto”, destacou Michel, acrescentando que “não há dúvidas sobre o talento” do americano e que o piloto só precisa de “um tempo de adaptação” ao formato do campeonato.
Com informações de F1Mania.net



