Após encerrar uma trajetória de 14 temporadas na Fórmula 1 com a prova de Singapura de 2024, Daniel Ricciardo descreveu como tem sido a vida longe dos circuitos. Em entrevista à revista GQ Sports, o australiano explicou que os primeiros meses foram desafiadores, mas revelou já ter encontrado um novo equilíbrio.
“Foi difícil no começo ajustar o ritmo da vida sem as pressões constantes da F1”, afirmou o ex-piloto de 34 anos. Segundo ele, a transição ganhou fôlego graças à parceria comercial com a Ford, que trabalha com a Red Bull por meio da divisão Red Bull Powertrains-Ford. O acordo mantém Ricciardo próximo dos boxes, mas sem a intensidade de um calendário mundial.
Carreira marcada por altos e baixos
Ricciardo chegou à categoria principal em 2011 e somou oito vitórias, todas obtidas durante sua passagem pela Red Bull Racing (2014-2018). Apesar das vitórias e do reconhecimento público, não conseguiu conquistar o título pretendido. Depois de deixar a equipe austríaca, passou por Renault (atual Alpine) e McLaren, mas não encontrou carro competitivo o bastante para rivalizar com Lewis Hamilton e Max Verstappen.
Nova rotina e prioridades
Fora das pistas, o australiano destacou a chance de dedicar mais tempo à família e aos amigos. “A vida mudou muito, mas tem sido boa”, disse, mencionando atividades simples que antes não cabiam na agenda, como “deixar a barba crescer” e prolongar estadias em casa.
Ainda que aposentado, Ricciardo continua presente em eventos do automobilismo. Ele foi visto recentemente em Detroit, durante a apresentação do protótipo que a Red Bull planeja para o regulamento de 2026.
Com informações de F1Mania.net



