A Ferrari rejeitou as especulações de que estaria escondendo potencial de sua unidade de potência para aproveitar brechas do novo sistema de desenvolvimento de motores previsto para 2026 na Fórmula 1.
O regulamento estabelece o ADUO – Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização, mecanismo que autoriza fabricantes com desempenho inferior, aferido em 25%, 50% e 75% da temporada, a solicitar trabalhos extras de evolução. A medida tem como objetivo evitar o domínio de um único fornecedor.
Enrico Gualtieri, chefe do departamento de motores da escuderia italiana, afirmou que o processo foi desenhado de forma clara pela FIA e pelos fabricantes. “Acho que o sistema é robusto o bastante para cumprir seu propósito”, declarou. Segundo ele, a equipe está confortável com a implementação e não vê espaço para manipulação.
Além das regras para atualização de motores, o dirigente comentou a adoção de biocombustíveis mais sustentáveis. Embora a composição não tenha sofrido mudanças radicais, haverá restrições na cadeia de suprimento e nas matérias-primas permitidas. “É uma abordagem diferente, mas nosso foco continua na performance e na eficiência”, explicou.
Com informações de F1Mania



