A Fórmula 1 desembarca em Xangai neste fim de semana para o Grande Prêmio da China, segunda etapa do campeonato de 2026 e palco da primeira Sprint do ano. O formato enxugado, que reduz o tempo de pista disponível, motivou uma nova regra da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para os eventos com corrida curta.
Programação comprimida
O cronograma do GP chinês prevê apenas uma sessão de treinos livres, o TL1, na sexta-feira. Ainda no mesmo dia ocorre a classificação da Sprint, que determina o grid da corrida de curta duração marcada para o sábado.
No sábado, os pilotos disputam a Sprint — cerca de um terço da distância de um Grande Prêmio — e, horas depois, participam da classificação que define as posições de largada da prova principal de domingo.
Novidade no regulamento
Para minimizar as perdas de tempo em caso de interrupções, a FIA autorizou a direção de prova a prolongar o TL1 quando houver bandeira vermelha. A extensão só poderá ser decidida antes de completos 45 minutos de atividade; ultrapassado esse limite, a sessão terminará após a hora regulamentar.
A medida vale exclusivamente para fins de semana com Sprint e fará seu primeiro teste justamente em Xangai. Ainda não há garantia de que o recurso será utilizado já nesta etapa.
Desafios da temporada 2026
Os carros de 2026 contam com unidades de potência que dividem a geração de energia em cerca de 50% entre motor a combustão e sistemas elétricos. Com apenas um treino livre, cada minuto de pista torna-se crucial para ajustes de equilíbrio e desempenho.
Próximas Sprints
Além da China, outras cinco provas receberão o formato neste ano: Miami, Canadá, Inglaterra, Holanda e Singapura.
O Grande Prêmio da China fecha a programação no domingo, encerrando um fim de semana que combina cronograma apertado e novas exigências técnicas para equipes e pilotos.
Com informações de F1Mania.net



