Pierre Gasly colocou a Alpine no nono lugar do grid para o Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1, neste sábado (data do qualifying), e comemorou o resultado após um fim de semana que classificou como difícil para a equipe francesa.
O francês ressaltou que extraiu o máximo do A524 e considera o P9 o melhor que poderia alcançar no cenário atual. “Somos os primeiros atrás das quatro equipes que hoje estão fora do nosso alcance”, destacou. Gasly contou que cruzou a linha de chegada sob forte adrenalina após a última volta no Q3, na qual arriscou toques nos muros das estreitas ruas do Principado.
“Assumi muitos riscos e bati nas barreiras em vários pontos; é ótimo quando tudo se encaixa”, relatou.
Trabalho intenso nos boxes
Segundo o piloto, mecânicos e engenheiros estenderam as atividades pela noite para ajustar o carro e compensar limitações que ficaram mais evidentes em Mônaco. O esforço rendeu a vaga entre os dez primeiros e abre chance real de pontuação na corrida deste domingo.
Colapinto termina em 14º
Companheiro de equipe, Franco Colapinto encerrou a classificação na 14ª colocação. O argentino admitiu frustração, especialmente por considerar o qualifying no Principado um dos mais decisivos do calendário. Ainda assim, elogiou a evolução obtida desde sexta-feira.
“Trabalhamos até tarde para entender nossas dificuldades e melhorar o carro; ficamos a poucos décimos do Q3”, explicou. Colapinto apontou travamentos nas rodas dianteiras e traseiras como principal obstáculo para atacar os limites do circuito.
Elogios da chefia
Chefe da equipe, Steve Nielsen elogiou a atuação de Gasly. “Pierre foi impecável e entregou exatamente o que precisávamos”, afirmou, acrescentando que o francês larga em posição competitiva para somar pontos. Nielsen reconheceu as limitações do carro nas ruas de Mônaco, mas destacou a clara melhora de Colapinto ao longo do fim de semana.
Para a corrida, a Alpine pretende capitalizar qualquer oportunidade e buscar um resultado limpo com seus dois carros.
Com informações de F1Mania.net



