Lewis Hamilton confirmou que deixou de usar o simulador da Ferrari após o Grande Prêmio do Canadá, realizado no fim de maio. Segundo o heptacampeão de 41 anos, o equipamento virtual não reproduzia com precisão o comportamento do SF-25 na pista e, por isso, comprometia sua preparação.
“Não”, respondeu o britânico ao ser perguntado se voltou ao simulador depois da etapa canadense. Questionado sobre o impacto da decisão em seu desempenho, resumiu: “Massivamente”.
Falta de correlação
Hamilton afirmou ter tentado diversas vezes ajustar o simulador, mas a diferença entre os dados virtuais e a realidade impediu qualquer progresso. A situação, disse ele, lembra problemas que enfrentou nos últimos anos na Mercedes, motivo que o levou a mudar completamente a rotina de treinos.
Resultados após a mudança
Desde que descartou o simulador, o piloto acumulou uma vitória e dois pódios, reduzindo para 32 pontos a distância para Kimi Antonelli na disputa pelo título mundial de 2026.
Experiência com simuladores
Hamilton comentou que utiliza simuladores desde 1997 e reconhece o potencial da ferramenta, mas alertou para o risco de ser “enganado” pelos dados. Ele lembrou que nos primeiros anos na Mercedes também optava por não recorrer ao equipamento quando percebia falta de correlação.
Com informações de Autoracing



