Lewis Hamilton encerrou a sexta-feira (17) do Grande Prêmio da Bélgica satisfeito com o comportamento geral da Ferrari, mas apontou o gerenciamento da bateria como principal ponto frágil do SF-26 em Spa-Francorchamps, um dos traçados mais extensos da Fórmula 1.
FP1 acima da expectativa, FP2 mais realista
Segundo o heptacampeão, o desempenho registrado no primeiro treino livre (TL1) superou o que a equipe imaginava. Já no TL2, rivais avançaram e apresentaram um cenário que, na avaliação do britânico, reflete melhor a competitividade prevista para o restante do fim de semana.
“O carro, de forma geral, está bom, mas perdemos tempo no segundo setor. Estamos tentando entender por quê”, afirmou o piloto.
Perda de potência nas retas
Hamilton elogiou o comportamento do carro nas curvas, mas destacou que a entrega de energia nas retas continua comprometendo a aceleração máxima. O piloto espera que a Ferrari encontre rapidamente uma solução para o problema de bateria que limita o motor em velocidades elevadas.
Simulações antes da classificação
Questionado sobre eventuais mudanças na estratégia de uso de energia, Hamilton disse acreditar que a equipe já se aproxima da janela ideal de funcionamento, mas admitiu existir margem de evolução. Ele informou que novos testes de simulação serão realizados durante a noite para buscar um acerto mais competitivo antes da classificação de sábado. O britânico acrescentou que rajadas de vento fortes podem influenciar o comportamento dos carros em Spa.
Mercedes como referência
O heptacampeão apontou a Mercedes como favorita no circuito belga, citando a consistência apresentada pela equipe ao longo da temporada e o potencial do carro em pistas com longas retas. Hamilton também incluiu a McLaren entre as concorrentes diretas, destacando o bom desempenho do time nas curvas de média e alta velocidade.
Com informações de Autoracing



