A estreia da parceria técnica entre Aston Martin e Honda, voltada para a temporada 2026 da Fórmula 1, começou sob forte pressão. Nos testes de pré-temporada realizados no Bahrein, a equipe britânica acumulou problemas mecânicos que limitaram a quilometragem e despertaram a insatisfação da montadora japonesa.
De acordo com o gerente geral e chefe de engenharia da Honda, Shintaro Orihara, o principal objetivo era validar a confiabilidade da nova unidade de potência, algo que não foi alcançado. “Coletamos dados, porém não percorremos a quilometragem planejada”, afirmou o engenheiro em comunicado.
Problemas em sequência
Na quinta-feira, o motor do carro conduzido por Fernando Alonso apresentou falha após cerca de uma hora de pista, obrigando a equipe a interromper as atividades para investigação. Já na sexta-feira, Lance Stroll completou apenas seis voltas, nenhuma delas cronometrada, antes de novos contratempos obrigarem a Aston Martin a encerrar o programa de testes com duas horas de antecedência por falta de peças de reposição.
Desafio até a abertura do campeonato
A Honda agradeceu o esforço conjunto das suas equipes no powertrain no Japão e no Reino Unido, bem como da própria Aston Martin, mas reiterou que o nível atual de desempenho e confiabilidade está abaixo do esperado. A fabricante agora trabalha para evitar a repetição dos problemas no GP da Austrália, marcado para 8 de março, etapa que abre o calendário da categoria.
Com informações de F1Mania



