Charles Leclerc afirmou neste sábado (25) que a Ferrari não pode se acomodar antes da largada do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1, marcada para domingo. Embora o time tenha mostrado ritmo consistente nos treinos de sexta-feira, o monegasco acredita que a Mercedes ainda representa uma séria ameaça na corrida em Hungaroring.
Ferrari forte na sexta, mas sábado muda o panorama
Nos dois primeiros treinos livres, Leclerc e Lewis Hamilton dividiram a liderança das tabelas de tempos, sinalizando bom desempenho tanto de Ferrari quanto de Mercedes. No entanto, o último ensaio livre apresentou cenário distinto: Lando Norris, da McLaren, foi o mais rápido e manteve o embalo na classificação.
Na disputa pela pole, Norris garantiu a posição de honra com vantagem de 0s012 sobre Hamilton. Leclerc obteve o terceiro melhor tempo, terminando mais de dois décimos atrás do atual campeão mundial.
Problemas de aderência e curvas críticas
Depois da sessão, Leclerc relatou perda de desempenho desde o Q1. Segundo ele, foi necessário usar dois jogos novos de pneus no Q2, o que complicou o resto da tomada de tempo. O piloto citou as curvas 1 e 12 como pontos em que deixava cerca de dois décimos por volta, falha que pretende investigar junto aos engenheiros.
Stints longos animam, mas confiança é limitada
Apesar da queda de rendimento na classificação, o competidor destacou que as simulações de corrida feitas na sexta-feira foram “muito, muito fortes”. Mesmo assim, lembrou que rivais evoluíram entre os dois dias e, por isso, não vê garantia de superioridade para domingo.
Mercedes ainda no radar
A equipe alemã teve sessão abaixo do esperado: George Russell fechou o Q3 em sétimo e ainda precisou parar o carro por ordem do time. Kimi Antonelli marcou o quarto tempo e herdou a terceira posição no grid após punição aplicada a Hamilton. Apesar dos contratempos, a Mercedes soma oito vitórias nas dez primeiras etapas de 2026, o que leva Leclerc a considerá-la ameaça constante.
Ao ser questionado sobre o favorito para vencer, o monegasco apontou Norris pelo ritmo mostrado na classificação, mas reforçou que a Mercedes “sempre está na briga” e não deve ser descartada na Hungria.
Com informações de Autoracing



