Oscar Piastri admitiu que a McLaren chega à pausa de cinco semanas da Fórmula 1 em desvantagem. Segundo o australiano, o time de Woking acumulou menos voltas nas três primeiras etapas de 2026 do que as principais concorrentes, o que limita a quantidade de dados disponíveis para o desenvolvimento do carro.
O intervalo inesperado foi provocado pelo cancelamento de duas provas no Oriente Médio. Com isso, as equipes ganharam tempo extra nas fábricas antes da próxima corrida, marcada para 3 de maio, em Miami.
Começo turbulento
Atual campeã, a McLaren teve um início difícil. Piastri colidiu ainda no giro de apresentação em Melbourne, e, na etapa seguinte, na China, tanto ele quanto Lando Norris abandonaram antes da largada por falhas técnicas. Apenas no Japão os dois carros completaram a distância total, com Piastri cruzando a linha de chegada em segundo lugar.
Ainda assim, a quantidade de informações coletadas continua inferior à dos rivais. “Temos menos quilometragem do que gostaríamos, o que é frustrante porque cada volta contribui para orientar as atualizações”, explicou o piloto.
Confiança em reação
Piastri, porém, demonstrou otimismo em relação ao trabalho que será realizado durante o hiato. Ele afirmou que a equipe já mapeou áreas específicas de evolução, incluindo a colaboração com a HPP, fornecedora do trem de força. “Sabemos onde precisamos avançar e teremos alguns dias adicionais para analisar tudo com calma. A meta é voltar desta pausa mais velozes”, destacou.
O retorno da categoria acontece nos Estados Unidos, onde a McLaren tentará recuperar terreno na luta pelo título.
Com informações de Autoracing



