Os pilotos de Fórmula 1 seguem cobrando novos avanços no regulamento de segurança, apesar dos ajustes anunciados pela FIA para o Grande Prêmio de Miami, marcado para 2026.
Acidente no Japão reacendeu debate
A discussão ganhou força depois do forte acidente sofrido por Oliver Bearman no GP do Japão. O incidente ocorreu quando Franco Colapinto reduziu drasticamente por falta de energia na bateria, situação conhecida como superclipping. Bearman precisou desviar para evitar a colisão, saiu para a grama e perdeu o controle do carro.
O caso expôs os riscos de diferenças bruscas de velocidade geradas pela gestão de energia dos atuais monopostos e levou o tema de volta à pauta da GPDA, associação que representa os pilotos.
FIA anuncia ajustes
Em resposta, a federação prepara modificações específicas para reduzir o impacto do superclipping e minimizar variações extremas de desempenho entre os carros, sobretudo em trechos de alta velocidade. As mudanças entram em vigor já em Miami.
Pilotos consideram medidas insuficientes
Mesmo reconhecendo que houve progresso, o grupo de pilotos afirma que as alterações ainda não solucionam totalmente o problema. Alexander Wurz, presidente da GPDA, resumiu o sentimento geral: “Ainda não chegamos onde precisamos, mas, no geral, é um passo na direção certa”.
Assim, o debate sobre segurança permanece aberto no paddock, e os pilotos prometem continuar pressionando por regulamentações mais rígidas nos próximos eventos do campeonato.
Com informações de Autoracing



