Ralf Schumacher reacendeu as incertezas sobre o futuro de Max Verstappen ao destacar a presença de Jos Verstappen e do empresário Raymond Vermeulen na área de hospitalidade da McLaren durante o fim de semana do Grande Prêmio da Bélgica, realizado no último domingo (23).
No podcast “Backstage Boxengasse”, o ex-piloto afirmou que o encontro não parece ter sido casual. “Eles certamente não foram apenas tomar um café”, ironizou, insinuando negociações entre o tetracampeão mundial e a equipe de Woking.
Red Bull ainda favorita para 2027
Nos bastidores, a expectativa é de que Verstappen permaneça na Red Bull ao término de seu contrato atual, que vai até 2028. Rivais como McLaren já definiram — ou estão perto de definir — suas duplas de pilotos para 2027, reforçando a ideia de continuidade em Milton Keynes.
Mesmo assim, Vermeulen, o chefe da McLaren Zak Brown e o diretor da equipe francesa Laurent Mekies têm minimizado qualquer conversa sobre uma possível transferência. Schumacher, porém, ressalta que a Fórmula 1 é “imprevisível” e que uma eventual recuperação de desempenho da Red Bull pode alterar rapidamente o cenário.
Engenheiro de Verstappen também na pauta
Além do destino do holandês, Schumacher comentou a situação de Tom Hart, engenheiro de performance de Verstappen. Hart chegou a ser cotado para assumir o posto de engenheiro de corrida de Alexander Albon na Williams, mas foi convencido a permanecer na Red Bull.
Com a confirmação da saída de Gianpiero Lambiase para a McLaren, o alemão enxerga Hart como sucessor natural na função de engenheiro de corrida de Verstappen e defende que a mudança ocorra em breve. “Quando Lambiase não fizer mais parte da estrutura, será preciso encerrar o ciclo e oferecer a Max um novo engenheiro”, avaliou.
Schumacher concluiu que, diante das constantes reviravoltas da categoria, qualquer decisão sobre o futuro do campeão holandês pode ser revista a curto prazo, dependendo do desempenho do carro e do ambiente interno da equipe austríaca.
Com informações de Autoracing



