A Red Bull decidiu apoiar Audi, Ferrari e Honda no pedido para limitar um dispositivo desenvolvido pela Mercedes que promete vantagem de desempenho nos motores da temporada 2026 da Fórmula 1.
Com a mudança de posição da equipe de Milton Keynes, quatro dos cinco fabricantes atualmente inscritos na categoria passaram a respaldar oficialmente a inclusão de um novo sistema de medição da relação de compressão. A proposta prevê que o controle seja realizado com o motor já aquecido, condição considerada mais fiel ao uso em corrida.
O tema será levado à Comissão de F1 na próxima semana, no Bahrein. Se o alinhamento atual for mantido, a ata deverá seguir rapidamente para votação final no Conselho Mundial de Automobilismo.
Nos testes de pré-temporada em Barcelona, os dados de pista revelaram que o mecanismo da Mercedes oferecia uma vantagem maior do que a obtida pelos demais times que também utilizavam a solução, incluindo a própria Red Bull. A equipe, então, avaliou que poderia ser prejudicada e optou por apoiar a mudança no regulamento.
Apesar de o motor desenvolvido pela Red Bull Powertrains em parceria com a Ford ter sido apontado como um dos destaques positivos das sessões, a possibilidade de restringir um concorrente direto passou a ser vista internamente como movimento estratégico.
Com informações de F1Mania.net



