Antes de Max Verstappen alcançar o topo da Fórmula 1, a velocidade já fazia parte da família. A belga Sophie Kumpen, mãe do tricampeão mundial, construiu carreira de destaque no kartismo internacional e mediu forças com pilotos que mais tarde chegariam à categoria máxima do automobilismo.
Início precoce nos karts
Kumpen começou a competir aos 11 anos, em 1986, influenciada pelo pai, frequentador assíduo de campeonatos, e pelo tio, piloto de off-road. A evolução rápida a levou ao Campeonato Mundial de Fórmula A em 1991.
Títulos e duelos com futuros nomes da F1
Conhecida pela pilotagem suave e tempos de volta constantes, Sophie dividiu pista com Jenson Button e Giancarlo Fisichella. O auge veio em 1995, quando venceu o Trofeo Andrea Margutti, em Parma, Itália, completando 25 voltas em 19min34s053. A conquista a colocou entre as apenas cinco mulheres a obter um título internacional de kart sênior e incluiu triunfo sobre Jarno Trulli, que mais tarde também chegaria à F1.
Transição para carros e pausa na carreira
No meio dos anos 1990, já na casa dos 20 anos, Kumpen migrou para os carros de turismo. Em 1996 casou-se com Jos Verstappen; o primogênito Max nasceu em 1997. A piloto decidiu abandonar as pistas para dedicar-se ao filho. O casal se separou em 2008.
Reconhecimento
Mesmo longe das competições, Sophie recebeu elogios de figuras do esporte. Christian Horner, então chefe da Red Bull, chegou a classificá-la como “top 10 do mundo”, enquanto Button a descreveu como “fantástica”.
Retorno e acidente em 2013
O breve retorno ocorreu na Formido Swift Cup de 2013. Porém, na etapa de Zandvoort, ela sofreu forte acidente, fraturou uma vértebra e encerrou definitivamente a trajetória nas pistas.
A história de Sophie Kumpen ajuda a explicar por que a velocidade é parte indissociável da família Verstappen.
Com informações de F1Mania.net



