Yuki Tsunoda deixou o Grande Prêmio de São Paulo, no último domingo (9), com o alerta ligado. O japonês da Red Bull passou a somar sete pontos de punição em sua superlicença depois de atingir o Aston Martin de Lance Stroll nas primeiras voltas da prova em Interlagos.
Incidente logo no início
Na curva conhecida como Bico de Pato, Tsunoda tentou ultrapassar Franco Colapinto por dentro, mas entrou com velocidade excessiva, tocou o carro de Stroll e fez o canadense rodar. O episódio ocorreu na sexta volta.
Parecer dos comissários
Em relatório oficial, a FIA apontou total responsabilidade do carro 22 no contato:
“Na volta seis, o carro 22 se aproximou da curva oito em ritmo superior aos demais, posicionou-se por dentro do carro 18 e provocou o toque que gerou o giro do adversário.”
Com isso, a direção de prova impôs penalidade padrão de 10 segundos e acrescentou dois pontos ao histórico do piloto.
Punição mal cumprida
A situação piorou nos boxes. Durante o pit stop, um mecânico iniciou o serviço antes de expirarem os 10 segundos da penalidade, violando o regulamento esportivo que proíbe qualquer contato com o carro nesse intervalo. A infração resultou em mais 10 segundos, desta vez cumpridos corretamente.
Risco de suspensão
Com sete pontos acumulados nos últimos 12 meses, Tsunoda fica a cinco do limite que gera suspensão automática de uma etapa. Restando poucas corridas para o fim da temporada, o piloto terá de equilibrar agressividade e cautela para evitar novo castigo.
Com informações de Autoracing



