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Vowles ressalta força dos motores Mercedes e Red Bull após testes em Barcelona

James Vowles, chefe da Williams, acompanhou à distância o shakedown realizado em Barcelona na semana passada e se disse impressionado com o desempenho dos propulsores de Mercedes e Red Bull. A equipe britânica não levou seu carro à pista porque ainda trabalha para cumprir os testes de colisão exigidos pela FIA antes da estreia no Bahrein, na próxima semana.

Mercedes domina quilometragem e registra melhor tempo

Fornecedora de motores da Williams, a Mercedes completou mais de 500 voltas no circuito de Montmeló – marca que a colocou à frente de todas as demais fabricantes em termos de durabilidade. A Ferrari fez 440 voltas e terminou em segundo no quesito quilometragem.

No encerramento das atividades, Lewis Hamilton cravou 1:16.348, o giro mais rápido da semana. O estreante Kimi Antonelli, também da Mercedes, elogiou a consistência da Ferrari nos testes.

Red Bull estreia unidade de potência própria com 623 voltas

Segundo Vowles, a outra grande referência foi a Red Bull. Somando as 319 voltas da Racing Bulls, a empresa austríaca alcançou 623 voltas com sua primeira unidade de potência produzida internamente. O chefe da Williams classificou o feito como “incrível” pela confiabilidade demonstrada logo de início.

Dúvidas sobre o ritmo final da Ferrari

Apesar de reconhecer a regularidade do novo SF-26, Vowles afirmou que ainda não está convencido do potencial máximo da Ferrari. Ele observou que a escuderia italiana completou todos os dias de testes sem contratempos mecânicos, mas espera para ver se o ritmo absoluto será suficiente quando a temporada começar.

Expectativa para o novo regulamento

Com as novas regras em vigor a partir de 2026, equipes rivais avaliam se a Mercedes terá vantagem no conjunto motor-combustível, mencionado nos bastidores como possível diferencial. Flavio Briatore, agora parceiro da Mercedes através da Alpine, e a atual campeã McLaren compartilham do otimismo quanto ao pacote de Brixworth.

Para a Williams, o desafio é compensar a ausência em Barcelona e chegar ao Bahrein sem atrasos no desenvolvimento, na esperança de subir posições já nas primeiras corridas.

Com informações de Autoracing

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