Pierre Gasly afirmou nesta segunda-feira (data não divulgada pela matéria original) que o terceiro posto obtido no Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 é “totalmente legítimo”, depois de a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) cancelar as penalidades que o fizeram cair para sétimo na classificação final.
Segundo o piloto da Alpine, a equipe foi punida por suposto excesso de velocidade no pit lane — 60 km/h é o limite —, mas os dados revistos mostraram que o carro passou a 59 km/h. “Não acho correto receber punição por algo que não fizemos”, disse o francês.
Reversão dias após a corrida
Gasly completou a prova de rua em Monte Carlo na terceira colocação. No entanto, duas punições de cinco segundos cada foram aplicadas durante a apuração de resultados, tirando-o do pódio e elevando Isack Hadjar à posição. A Alpine prontamente pediu Direito de Revisão, e a FIA reconheceu o erro, restituindo a Gasly o terceiro lugar alguns dias depois.
A decisão desagradou outras equipes e pilotos penalizados na corrida, entre eles Oscar Piastri e George Russell. Piastri cumpriu a punição ainda em Mônaco e, sem ela, terminaria à frente do francês. Gasly evitou comparar os casos: “Não vi os dados deles. Se não cometeram infração, é uma pena, mas não posso comentar”.
Estratégia da Alpine
A equipe optou por não realizar uma parada extra para servir a punição durante a prova, apostando na contestação posterior. “Sabíamos que estávamos certos e que recorreríamos”, explicou Gasly. Para ele, a FIA “fez a coisa certa” ao admitir o equívoco.
Troféu ainda em trânsito
Embora o resultado oficial já mostre Gasly em terceiro, o troféu permanece com Hadjar. A expectativa é que a Red Bull Racing organize a devolução em breve, mas o quadro pode mudar novamente: Red Bull e McLaren avaliam recorrer da decisão, o que levaria o caso ao Tribunal Internacional de Apelação.
Com informações de F1Mania.net



