Bernie Ecclestone, ex-proprietário da Fórmula 1, elogiou publicamente o trabalho de Mohammed Ben Sulayem à frente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) durante o fim de semana do Grande Prêmio da Áustria.
“Estou tentando encontrar algo que ele tenha feito de errado e não consigo”, afirmou o britânico de 93 anos, lembrando que o atual presidente assumiu “uma situação complicada” e, mesmo assim, vem modernizando a entidade “de maneira justa e atualizada”.
Experiência prévia na FIA
Ecclestone trabalhou em épocas comandadas por Jean-Marie Balestre, Max Mosley e Jean Todt. Segundo ele, a comparação reforça a boa impressão sobre Ben Sulayem, que tomou posse em dezembro de 2021.
Defesa de motores aspirados
Questionado sobre mudanças desejadas para o futuro da categoria, Ecclestone voltou a defender propulsores naturalmente aspirados de 3 litros. “Pode ser V8, V10 ou V12; todos ficariam satisfeitos”, disse, admitindo, porém, que convencer as montadoras não seria tarefa simples.
Finanças em ordem
O ex-dirigente também destacou a recuperação financeira da FIA: “Ele herdou problemas que não criou e está recolocando a federação onde ela deve estar financeiramente. Não está lá por dinheiro, mas pelo esporte”.
Críticas ao calendário extenso e às Sprints
Ecclestone considerou equivocadas duas características atuais da Fórmula 1: o calendário de 24 etapas e as corridas Sprint. Para ele, o número de provas é “demais para todos, inclusive para o público”, e o formato curto “não tem objetivo claro”.
As declarações reforçam o apoio de Ecclestone à condução de Ben Sulayem, ao mesmo tempo em que reacendem o debate sobre os rumos técnicos e esportivos da principal categoria do automobilismo.
Com informações de F1Mania.net



