António Félix da Costa reiterou sua gratidão à Red Bull pelo suporte recebido desde que ingressou no programa de jovens pilotos da equipe, em 2012. Apesar de nunca ter disputado uma corrida de Fórmula 1, o português enfatizou que o período no projeto austríaco foi fundamental para que se tornasse piloto profissional.
Da Costa participou de dois dos três dias do Young Driver Test em Abu Dhabi no fim da temporada 2012 e, posteriormente, atuou como piloto reserva da Red Bull por mais quatro anos. “A Red Bull pode ser a mais exigente, mas também é quem oferece mais oportunidades. Se olharmos para os estreantes dos últimos dez anos, a maioria passou pelas fileiras deles”, declarou.
O campeão da Fórmula E 2019/20 destacou que foi um dos poucos integrantes do programa mantidos mesmo sem promoção à F1. “Normalmente, ou você chega à Fórmula 1 ou não é considerado bom o suficiente. Mas eles me mantiveram e me transformaram em um piloto profissional, inclusive no DTM com a BMW. Eles me proporcionaram uma carreira, por isso não tenho arrependimentos”, completou.
Com informações de F1Mania.net



