A Audi optou por adiar para 2027 a próxima grande evolução de sua unidade de potência na Fórmula 1. A estratégia, explicada pelo diretor de corrida Allan McNish, busca equilibrar o bom início de 2026 com a necessidade de preservar recursos dentro do limite orçamentário da categoria.
Melhorias pontuais já foram usadas em Barcelona
O time alemão utilizou o mecanismo de Desenvolvimento Adicional (ADUO) para introduzir pequenos ajustes no Grande Prêmio da Espanha. De acordo com McNish, as modificações “funcionaram bem” e contribuíram para o avanço do conjunto, mas não representam um grande salto de desempenho.
Foco no planejamento de longo prazo
“Não podemos gastar tudo de uma vez; precisamos guardar reservas para continuar competitivos”, afirmou o escocês, lembrando que o objetivo é manter o projeto sustentável até a próxima fase de desenvolvimento, em 2027.
Após 11 etapas, a equipe permanece no pelotão intermediário. Para McNish, esse posicionamento é considerado satisfatório dado o curto tempo de atuação na categoria.
Interesse crescente de pilotos
O progresso da Audi já chama a atenção no paddock. Em participação no podcast Red Flags, o ex-chefe da Haas, Gunther Steiner, avaliou que eventuais vagas na escuderia se tornarão bastante disputadas. Ele mencionou que nomes como Carlos Sainz poderiam se candidatar e sugeriu que George Russell pode buscar alternativas fora da Mercedes para não dividir a equipe com Kimi Antonelli por tempo indeterminado.
Com a decisão de concentrar o investimento principal em 2027, a Audi segue a temporada atual apostando em ajustes menores enquanto administra o orçamento para sustentar o projeto a longo prazo.
Com informações de Autoracing



