Os cinco dias de testes coletivos da Fórmula 1 no Circuito de Barcelona-Catalunha, encerrados na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, tiveram a confiabilidade como principal pauta. Enquanto os tempos de volta pouco revelaram sobre desempenho absoluto, o volume de giros completados indicou o nível de prontidão técnica dos carros projetados para o novo regulamento.
Mercedes acumula maior número de voltas
A Mercedes liderou o quadro de quilometragem com 500 voltas. A Ferrari veio em seguida, totalizando 437, e a Haas surpreendeu ao registrar 391. Alpine (349), Racing Bulls (318) e Red Bull (303) também mantiveram programas robustos.
No meio do pelotão, a McLaren completou 288 voltas. A Audi, operando com apenas um carro, somou 243. Já Cadillac e Aston Martin enfrentaram dificuldades, fechando com 164 e 65 voltas, respectivamente, enquanto a Williams não conseguiu ir à pista durante toda a semana.
Unidades de potência exibem cenários distintos
Entre os fornecedores de motores, a Mercedes novamente se destacou: somando as três equipes equipadas com seu propulsor, atingiu 1.137 voltas. Os motores Ferrari apareceram logo após, com 992. O conjunto Red Bull Ford chegou a 621, seguido pela Audi, que repetiu suas 243 voltas. A Honda teve o menor número do grupo, completando apenas 65 voltas.
Com a quilometragem elevada e poucos contratempos mecânicos para a maioria dos times, a primeira bateria de testes de 2026 sinaliza um grid tecnicamente consistente antes da próxima sessão de preparação para o campeonato.
Com informações de Autoracing



