A Ford está pronta para reforçar a parceria técnica com a Red Bull Racing sempre que necessário para otimizar o desempenho da futura unidade de potência da Fórmula 1. A declaração foi feita por Mark Rushbrook, diretor global de automobilismo da montadora, em entrevista ao site GPblog.
“Consideramos tudo o que for preciso. Estamos satisfeitos com o que já entregamos, mas, se surgir qualquer demanda adicional, vamos suprir, porque queremos vencer”, afirmou o executivo.
Atualmente, engenheiros da Ford colaboram diretamente na calibração e nos softwares do motor, além de apoiar a produção de componentes do motor de combustão interna. Essas peças são fabricadas com tecnologia de manufatura aditiva na planta da companhia em Dearborn, nos Estados Unidos.
Rushbrook ressaltou que a cooperação não se limita ao ciclo de regulamento de 2026. “Não olhamos apenas para 2026, mas também para as próximas evoluções da unidade de potência, já pensando em 2027”, disse.
Questionado sobre o que representaria sucesso para a Ford quando o novo motor estrear, o dirigente adotou tom cauteloso: “Não avaliamos em termos de resultados imediatos. Queremos levar a unidade de potência e o desempenho da equipe ao limite e, depois, ver como nos comparamos com a concorrência.”
A parceria Red Bull Powertrains-Ford foi anunciada para o ciclo de motores que começará em 2026. Desde então, a montadora norte-americana intensifica sua presença nas áreas eletrônica e de combustão, mirando competitividade e confiabilidade a longo prazo.
Com informações de F1Mania



