Mike Krack, chefe de operações de pista da Aston Martin, reconheceu que a equipe terá um processo prolongado de adaptação à parceria com a Honda, que fornecerá motores a partir da temporada 2026 da Fórmula 1.
O dirigente comentou que o trabalho em conjunto sob o novo regulamento exigirá uma integração eficiente entre todas as áreas da escuderia britânica e da montadora japonesa. “Quanto melhor a integração, mais rápido conseguimos avançar”, afirmou.
Krack lembrou que a Aston Martin já enfrentou dificuldades na atual geração de carros: o time chegou atrasado ao shakedown em Barcelona e, na primeira semana de pré-temporada no Bahrein, registrou vários contratempos que limitaram o número de voltas — o motor Honda foi o que menos rodou durante esses testes.
Segundo ele, a prioridade imediata é garantir a confiabilidade do conjunto antes de intensificar o desenvolvimento. “Primeiro precisamos manter tudo funcionando; depois aplicamos os programas de evolução que definimos em comum acordo”, explicou.
O chefe ressaltou que a equipe e a Honda “já deram passos importantes” e compartilham os mesmos objetivos, mas frisou que o cronograma até 2026 permanece desafiador. Ele afirmou que o progresso será conduzido “passo a passo”, seguindo o plano de desenvolvimento traçado em conjunto.
Com informações de F1Mania



