20 de abril de 2026, 9h23 – Fernando Alonso reforçou seu apoio à Honda diante dos problemas enfrentados pela Aston Martin nas primeiras provas da temporada 2026 da Fórmula 1.
Falhas de motor e risco físico
O novo propulsor japonês apresenta falhas de confiabilidade e desempenho, posicionando a equipe sob forte pressão desde a abertura do campeonato. Durante o Grande Prêmio da Austrália, o projetista Adrian Newey revelou que as intensas vibrações do chassi chegaram a colocar Alonso e Lance Stroll sob risco de danos permanentes nos nervos. Naquele momento, ambos não completavam mais que 25 voltas sem sofrer desconforto físico significativo.
Após ajustes emergenciais, a Aston Martin conseguiu amenizar o problema, e Alonso finalizou o GP do Japão, terceira etapa do calendário.
Comparação com a parceria McLaren-Honda
Alonso relembrou o conturbado ciclo vivido entre 2015 e 2017 na McLaren, quando chegou a classificar o motor como “GP2 engine” em Suzuka. Passados 11 anos, o bicampeão afirma encarar aquele episódio com mais maturidade e recorda que as críticas eram compartilhadas por Jenson Button, Stoffel Vandoorne e por toda a equipe técnica.
Evolução dos processos na F1
Para o espanhol, a estrutura atual da categoria difere da de uma década atrás: o uso intensivo de dados permite respostas mais rápidas. Segundo ele, Aston Martin e Honda trabalham de forma integrada, dividindo responsabilidades específicas em busca de soluções.
Paciência para recuperar terreno
Embora reconheça o início difícil, Alonso pediu cautela sobre prazos de recuperação. O piloto acredita que o pacote pode ganhar competitividade gradualmente, desde que a equipe mantenha foco e colaboração contínua.
Com informações de Autoracing



