Mattia Binotto traçou um panorama da situação da Audi em relação a Mercedes e Ferrari na Fórmula 1 de 2026. Segundo o dirigente, a equipe alemã, que assumiu as operações da Sauber e estreou nesta temporada, ainda está distante das rivais principalmente por questões que ultrapassam a potência da unidade de potência.
Binotto explicou que o propulsor desenvolvido pela própria montadora, previsto para o novo regulamento, carece de avanços em diversos pontos. “Não se trata apenas de potência. É eficiência energética, aproveitamento de energia e também a dirigibilidade do motor”, afirmou.
O dirigente destacou que as trocas de marcha, atualmente “muito bruscas”, afetam diretamente o comportamento do carro. “O carro fica instável na frenagem e na aceleração por causa dessas trocas. Talvez a relação de transmissão não esteja correta”, disse.
De acordo com a avaliação do italiano, a combinação entre desempenho puro e dirigibilidade representa cerca de um segundo por volta em perda de tempo. Ele ressaltou, porém, que o chassi tem evoluído bem: “A maior parte da diferença vem da unidade de potência, mas vamos alcançar o nível desejado.”
Nesta temporada de estreia, a Audi já somou seus primeiros pontos graças a Gabriel Bortoleto, quinto colocado no Grande Prêmio da Austrália, prova que abriu o campeonato.
Com informações de F1Mania.net



