A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) avalia realizar mais cedo a primeira checagem do programa ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities), que controla o ritmo de evolução das unidades de potência na Fórmula 1.
Tradicionalmente, o levantamento ocorre após seis etapas do calendário. Contudo, o cancelamento dos Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, em razão do conflito no Oriente Médio, alterou a ordem das provas e empurrou essa referência para depois do GP de Mônaco, em vez de Miami, como estava previsto.
Com a possível antecipação, fabricantes como Red Bull Powertrains-Ford, Audi e Honda poderiam ganhar tempo extra para introduzir melhorias em seus propulsores. Já a Mercedes, que atualmente desfruta de vantagem técnica, enxerga o movimento com reserva.
De acordo com o portal GPblog, a equipe alemã ainda não definiu uma posição oficial. “A Mercedes quer primeiro entender integralmente a proposta da FIA para então avaliar seus méritos”, disseram fontes ligadas ao time.
Mesmo que a equipe de Brackley opte por se opor à mudança, seu poder de veto é limitado. Caso a maioria dos fornecedores de motores aprove a medida, a decisão deverá avançar independentemente do posicionamento da Mercedes.
Com informações de F1Mania.net



